"Catarina e Ricardo se encontraram numa festa. Era uma noite
de janeiro de 1930 e a moça completava os tão esperados 15 anos. Ele a tirou
para dançar e aconteceu. Eles começaram a sentir algo novo, diferente. Quando
os olhos brilharam mais que as estrelas, a melodia que saía do velho violão
empoeirado encerrou-se e eles se despediram. Passaram-se anos e eles se casaram
cada um com um “trapo”. Tiveram filhos – alguns pareciam ser gays e então
chegou a velhice.
Ricardo Ventura faleceu em 14 de fevereiro de 1999. Ele
sempre afirmou que morreria de amor. Besteira. Morreu de velhice mesmo.
Quinze anos depois, Catarina foi encontrada morta. Em cima
da cômoda, tinha um pequeno bilhete. “Demorei quinze anos para encontrar-te
pela primeira vez. Agora esperei mais quinze para que fiquemos juntos pela
eternidade”. E nesse momento aquela canção do Tom Jobim faz o maior sentido."
Aquela canção do Tom Jobim:
Rafaela. 14 anos. Leonina. Pavio curto. Fã do AC/DC e dos Beatles. Escreve quando está com inspiração. Adora chocolate e sorvete. Tem medo de prédios muito altos, mas sem quis saber a sensação de se jogar de um.
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