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Pensamentos loucos de uma adolescente cansada de si mesma

"Quem é você estranha? Por quê você nunca sai de casa? Por quê só sabe usar essas blusas psicodélicas? Por quê não haje como uma pessoas normal? Por quê você pintou o cabelo dessa cor se ficou horrível? Você tem o que na cabeça? Sabe que você nunca vai arrumar ninguém desse jeito. Mude. Seja como os outros. Namore. Use roupas curtas. Emagreça. Joga fora esses seus pensamentos idiotas. Queima essas opiniões. Caga em cima dessas calças velhas e folgadas. Suja de sangue todas as suas blusas demoníacas. Sai desse mundo onde você vive alienada. Para de se importar tanto com alguém que te odeia. Não me exclua de sua mente. Você precisa de mim. Sou o que te traz lágrimas noturnas. Pensamentos atordoado. Sou sua companhia na madrugada fria. Sou sua insônia eterna. Sou aquilo que quer te destruir aos poucos. Minha arma é a solidão e a realidade. Vamos, abandone os livros de romance. Nunca vai acontecer nada de romântico com você. Você morrerá sozinha. Não tão sozinha. Eu vou te acompanhar. Sempre. Durante uma eternidade que se aproxima.
Vamos pegue a arma. Melhor a faca. Vai ser mais dramático. Logo! Deixe de lerdeza estranha. Vamos. Isso. Deixe que o sangue escorra pela camisa da sua banda favorita. Agora no peito. No coração. O órgão vital para o seu sofrimento. Acabe logo com isso. Seja o tormento eterno no coração de alguém.
Finalmente estranha. Só falta um pouco...
Ops! Por que eu não consigo mais falar? Gritos! Gritos torturantes. Gritos que saem da boca de uma senhora histérica. Gritos que eu não ouço mais..."

Memórias Mortas De Um Psicopata Romântico

"A tequila que eu tinha ingerido estava fazendo meus miolos dançarem salsa dentro da minha cabeça. Uma desilusão amorosa e um revólver. Era disso que eu precisava para matar alguém. O ‘alguém’ poderia minha ex-namorada que me traiu com meuirmão. Deus como eu estava com ódio. Mas eu não ia matar meu irmão. Vou matar a mulher que me fez assim tão monstruoso.
Como a minha cabeça estava esquisita! Nem lembrava onde minha ex morava. Deus do céu eu lembrei! Santa Maria eu estou louco!
A casa dela era tão linda quanto à moça que morava lá. Com certeza ela estava cortando cenoura. Estou até imaginando: eu entro, ela enfia a faca na minha barriga. Errei. A porta estava aberta e eu entrei. Ela estava lavando os pratos e eu abracei-a por trás. A moça virou e gritou. Segurei-a pelo braço e levei-a para sala. Ela sentou no cantinho. Eu saquei a arma e ela começou a chorar.
Seus olhos caramelados pediam pela vida. Posso até parecer cruel, mas era o certo a fazer. Não me peça para explicar o que eu acabei de dizer. Nem eu mesmo sei o que estou fazendo.
Os olhos dela refletiam a cor esverdeada dos meus. Seus eram inesquecíveis. Olhos que nunca nunca mais se abririam.
Eu segurava firmemente a arma na direção do peito dela. A moça chorava desesperadamente. Não tive pena. Disparei. Ela gritou.
Não sei o que me levou a fazer isso. Eu realmente a amava. Por esse motivo peguei a arma e usei a última bala para me livrar do mundo escroto onde eu nasci. O tiro foi no coração. A causa da morte da mulher que eu sempre amei, e que reencontrei no purgatório."

~Sem Titulo~ #2

"As pessoas te chamam de estranha. Eles nem sabem o que realmente é ser ‘estranho’. Na verdade, nem eu mesma sei o que é ser ‘estranho’. Talvez estranho seja aquele não gosta de nada. Talvez estranho seja aquele que não ama. Talvez estranho seja alguém que não existe de verdade. Talvez estranho seja alguém que não consegue ser entendido. Alguém que ninguém consegue confiar. Santa Maria Madalena! Então eu sou estranha? Talvez não. Nossa eu tenho que parar de falar ‘talvez’. Ops! O texto saiu da ideia inicial! Certo, realmente eu não sei o que é estranho. Nunca vou saber. Espera, não sou eu que decide isso. Espera, talvez sim. Estranho deve ser pensar nisso com a certeza que ninguém se importa com o que eu penso. Estranho deve ser aquele que não acredita no inacreditável. Nossa, essa frase é confusa. Acho que estranho é escrever com a dúvida do que os outros vão pensar ou dizer. Que idiota isso. Acho que não. Nossa, eu nem sei o que eu acho. Bem, talvez eu continue esse ‘bagulho’. Talvez eu pense no que realmente é estranho e depois lhe diga. Talvez o depois não venha. Ok, vou parar com isso."



Versos de um amor platônico

Te amo sabendo que tu nunca me amarás
Tu me amas sabendo que nunca te amarei também
Nos amamos quando nenhum dos dois sabe disso
E é por isso que não podemos contar a ninguém

Mesmo sabendo que nosso amor é impossível
Não conseguimos nos esquecer
Somente nos amamos
Sem saber o que é morrer

Querendo apagar o que vivemos
Sabendo que é inesquecível
Vivemos uma linda felicidade
Sabendo que não é visível

Resenha: A menina que roubava livros

O que eu achei:
O livro mais lindo que eu já li. O autor manipula as palavras muito bem. Esse livro foi um dos poucos que fez chorar. O final foi tão decepcionante pra mim que eu quero ler de novo. Na verdade quase nenhum final me agrada. Vale muito a pena ser lido e chorar por ele. Não é o melhor livro do mundo, mas chega perto. Te faz pensar no tudo e no nada ao mesmo tempo. Te prende assim como o chiclete no teu tênis, ou a cola Super Bonder nos seus polegares. Realmente eu adorei esse livro.

Sinopse:
A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

Algumas imagens e frases inesquecíveis :
"Que tal um beijo, Saumensch?" - Rudy Steneir
"Quando a morte conta uma história, você tem que parar para ouvir" - Contra-capa
"Uma ideia bonita:
Uma, roubava livros.
O outro, roubava o céu"
"Lamentou acordar. Tudo desaparecia quando ela estava dormindo."
"UMA DEFINIÇÃO NÃO ENCONTRADA NO DICIONÁRIO - Não ir embora: ato de confiança e amor, comumente decifrado pelas crianças."










Baseado em fatos reais. Alguns fatos.

Era uma vez, num reino bem distante e influente, um unicórnio. Na verdade, uma girafa. Bem, uma mutação dessas duas espécies. Seu nome era Lafayette. Ele (?) vivia num lugar ruim que era governado por um casal caquético e muquirana. Seus nomes eram Totonha e Carmine. Lafayette os odiava. O motivo? A proibição do amor entre as espécies. Mas quem o nosso querido amigo amava? Eu sei. Seu nome era Josephine. Ela era neta desse casal escroto que governava o pobre reino. O incrível é que ela também odiava os avós. Ela também amava Lafayette Outro motivo? O desleixo para com os cidadãos que passavam fome e sempre estavam doentes. E então ela tomou uma decisão. Resolveu fazer uma rebelião contra eles. No último domingo de lua cheia, eles atacariam o palácio. Na manhã desse dia, ela juntou os cidadãos e foi até o castelo. Enquanto ela e os cidadãos do reino lutavam contra os guardas, Lafayette foi acertar as contas com a Totonha e Carmine. Chegando lá, ele descobriu que Totonha tinha poderes mágicos. Quando a véia virou-se, ela conjurou um feitiço que o transformava num humano roxo que soltava fogo pela boca. Totonha logo se arrependeu de seu ato. Lafayette logo pegou a espada encostada atrás da porta e começou a lutar. Totonha revidou várias vezes, mas logo foi machucada com a espada de bronze. De seu peito jorrou sangue até quase inundar a sala. Não foi só o dela, o de Lafayette misturou-se com o dela logo depois de um golpe mortal de Carmine. O muquirana morreu logo depois de encostar a mão num fio eletricidade. Não demorou muito para cair morto. Também não demorou muito para que Josephine entrasse a procura de seu amado. Ao ver a cena tenebrosa, ela pegou a espada e a levou ao peito. Essa foi a tentativa de reencontrar seu amado no purgatório. Acredito que ela conseguiu. Josephine sempre foi persistente.

Em memória dos heróis que libertaram seu lar, os cidadãos esculpiram uma estátuas dos dois. Não durou muito tempo, pois logo depois aconteceu uma guerra que exterminou a vida que habitava aquele lugar. Foi triste, mas foi necessário. A dor sempre precisa ser sentida. Seja com um machucado no joelho, ou com qualquer outra coisa. O mesmo com a tristeza. Você pode não sentir tristeza em abandonar uma pedra que trouxe até em casa, mas vai sentir tristeza com qualquer outra coisa.

Se tivesse vários de você

Se tivesse vários de você
Eu não esqueceria mais de nada
Meu Deus!
Eu me sentiria tão mais amada

Se tivesse vários de você
Eu saberia o que é o amor
Meu Deus!
Eu saberia o que é viver

Se tivesse vários de você
Eu aceitaria o que minha mãe me dá para comer
Meu Deus!
Eu nem teria o que esquecer

Mas se não tivesse mais de você
Talvez eu fosse mais feliz
Meu Deus!
Eu nem me importaria com o que você diz

Sem você
Eu poderia fazer o que eu quero fazer
Meu Deus!
Eu poderia ser quem eu quisesse ser

Mas sem você
Eu não teria aprendido a mudar
E pior:
Eu não saberia o que é amar


Eu te amo


“Eu te amo. Amo-te mesmo sabendo que você nunca perceberá isso. Amo-te como uma idiota em busca da felicidade. Amo-te buscando em ti um brilho que não é meu. Amo-te sabendo das conseqüências. Amo-te sem saber o que dizer. Amo-te sem conseguir te olhar nos olhos. Amo-te querendo te querer. Amo-te não sabendo o que deve saber. Amo-te simplesmente por te amar, por sentir gosto em ouvir o que você canta, por tentar dizer o que engasga na minha garganta que só quer chamar pelo teu nome, por sempre te ouvir reclamar do viver, por tentar te esquecer, por te ver tentar o impossível...

Agora, por favor, não me ame. Você pode me amar. Não lhe impeço. Só não se impeça de saber a verdade. Que verdade? A de que tudo que eu ‘disse’, é mentira.”

A inútil batalha entre os zumbis e os unicórnios


"Num futuro próximo, não houve mais humanos. Pelo menos em sã consciência. Somente ETs, unicórnios inteligentes (fruto da radiação que foi o resultado do maior acidente nuclear da história), zumbis (frutos da idiotice humana) e presidentes mutantes em busca de dinheiro. Entre essas ‘espécies’ havia rivalidade. Principalmente entre os unicórnios e os zumbis. Por quê? Eles sempre lutaram pelo poder do resto do mundo. O poder estava na mão dos presidentes mutantes que não conseguiam nem piscar os olhos. Daí teve uma luta. Não foi tão rápido assim. Eles começaram se xingando (zumbis xingam?). Depois partiram pra roubalheira de comida. E então veio a guerra. Os ETs deveriam decidir quem ficaria no poder. Todos concordaram. A luta seria na segunda lua nova. Algo sem-noção e inexplicável. Essa tal de segunda lua nova seria no dia seguinte. Ninguém estava preparado. Por motivos desconhecidos, os unicórnios eram ‘especiais’. Até o momento ninguém sabia de nenhuma habilidade anormal dos zumbis.
A madrugada deles não tinha sido a mais tranquila. Por quê? Eles guerrearam durante a noite enquanto os ETs assistiam a tudo. A luta aconteceu num antigo campo de futebol repleto de cadáveres de crianças felizes.
E começou. Os unicórnios foram os primeiros a atacar com os raios de labaredas lilás. A mino-ria dos zumbis foi exterminada. O que restou deles contra-atacou com as espadas. Uma bata-lha corporal começou. Só podia ver sangue e poeira. Milhões caíram. Sobraram poucos que logo depois caíram. Os ETs logo começaram a rir. Aí eu te pergunto: Por quê? Era isso que eles queriam. Todos os racionais mortos e eles no poder. O que eles não esperavam é que sobrou um racional. A mutação de uma girafa que teve relações com um unicórnio. O que esperar? Que esse animal (?) domine o mundo? Que alguma ET tenha relações com essa criatura e dê a luza a um novo povo? Quem sabe? Aguarde com a cabeça enfiada na terra porque lá vem chumbo tipo sumô."

~Sem Titulo~

“- O que foi? – eu perguntei em quanto ele olhava fixamente para mim.
- Eu te amo – respondeu simplesmente.
- É eu sei.
- Então por que você não me ama de volta?
- Quem disse que eu não amo você?
- Acho que todos ao meu redor.
- Acho esses todos estão errados.
- Prove com o que você pode.
Eu respirei fundo sussurrei tudo o que eu sempre quis gritar.
- Eu te amo como um esquilo ama a noz inalcançável. Preciso de você assim como as flores precisam da água e da luz do Sol. Eu preciso do brilho dos teus olhos para me lembrar da cor do céu sem nuvens. Preciso do calor do teu abraço para me sentir protegida dos problemas do mundo. Eu preciso de você assim como um bebê recém-nascido precisa do leite materno. Preciso de você assim como um peixinho precisa da água. Eu te amo assim como um cachorro ama o dono que o tirou da rua. Eu realmente te amo.
- Onde você achou isso? No Google? Com certeza. Acabou de decorar não é? Vamos, me diga de onde você tirou isso! Prove que me ama! Prove que ama o nerd que ninguém quer.

E do nada eu o toquei nos lábios. Ele se assustou a primeiro momento. Nos soltamos e eu gritei para todos que estavam na lanchonete algo que eu nunca pensei em pensar. Gritei que eu amava um nerd fã de Star Wars. Gritei que eu sempre escrevi pensando nele. Gritei que eu sempre gostei de Mario, mas nunca quis confessar. Gritei que esse fã de livrarias era a coisa mais importante para mim naquele momento. Gritei até ficar com preguiça. Aí eu acordei de uma realidade que mais parecia com um pesadelo. Pra quê enlouquecer se ninguém vai enlouquecer junto com você? Pra quê gritar o amor se depois você vai ficar com a garganta doendo? Pra quê madrugar se podemos sonhar com o impossível? Pra quê?”


O dia em que eu voltei à realidade


“No dia em que eu voltei à realidade, tinha biscoito no chão do quarto e eu tinha acordado cedo demais. Passei o dia todo escutando Pink Floyd no fone pra minha mãe não brigar. Assisti desenho até chorar de tanto rir das piadas idiotas, mas que me fizeram feliz na infância. Eu comi tanto chocolate que fiquei horas no banheiro que tinha cheiro de menstruação.
No dia em que eu voltei à realidade, me apaixonei pelo filme que me fez dormir e sonhar com um monstro. Acordei e parei de amar tudo. Principalmente as lágrimas que insistiam em cair e manchar o papel que era marcado por algum sentimento.
No dia em que eu voltei à realidade, peguei o violão e toquei uma melodia aleatória que depois eu anotei pra não esquecer. Dormi de novo e sonhei que não te conhecia. Foi um sonho tão bom.
Nesse mesmo dia, eu tive a certeza de que a semana perfeita que passou era apenas um conjunto de ilusões que me fez feliz por um curto momento. As lágrimas que foram derramadas foram apenas uma libertação do que eu não conhecia, mas que eu sempre odiei. Os falsos sorrisos expressados foram apenas uma tentativa de ser feliz. As palavras escritas foram apenas uma tentativa de ser alguém reconhecido. Os sentimentos revelados foram apenas... Sei lá o que foram!

No final do dia em que eu voltei à realidade, eu fiz uma sopa. Nessa sopa tinha lápis, papel, borracha e fone de ouvido. Eu misturei tudo e nasceu o que eu posso chamar de felicidade não duradoura. Talvez fosse disso que eu precisasse. Um pouco de felicidade parecida como a brisa de verão. Uma felicidade que você sabe que precisa, mas que quase nunca vem pra ficar.”

Sabe, hoje eu sonhei com você....

Sabe com o que eu sonhei? Nós dois num jardim muito bonito. Coitada das flores. Pisoteamos e nos deitamos em cima delas. Foi um belo sonho. Não por causa das flores. Mas porque você estava lá. Meu Deus! Como você estava lindo no sonho. Você usava uma camiseta cuja estampa era da minha banda favorita, e claro, a calça jeans surrada. Eu usava um vestido azul, a sua cor favorita. No final, a gente se beijava.
Quando eu acordei do sonho, chorei por não tê-lo comigo. Chorei por ser uma idiota sonhando com algo inalcançável. Enfim, chorei por tudo. Você pode até não estar ouvindo meus pensamentos sobre você, mas queria que você soubesse que eles não são nem ruins e muito menos pervertidos.
Durante toda manhã, que eu passava em casa, pensava no sonho. Tentei dormir novamente pra saber o final. Não consegui. Tentei me concentrar no desenho animado que era transmitido pela tevê. Mais uma vez não consegui.
E foi assim que eu descobri o que era o amor. Também descobri que o que eu senti por você não era amor. Era ilusão.
E quando desisti de saber o fim do sonho, consegui dormir. Sonhei com você novamente. Me apaixonei. A tradução dessa última frase: Me lasquei.
E assim recomecei o que as pessoas chamam de sofrer, agonizar, morrer lentamente.

P.S.: Volte ao topo e acompanhe a chamada “tortura”.


WTF?? Algum pássaro cagou na minha tela? Ah não, é só um blog...

Hey peoples! Como estão? ~le vácuo Bem, vim do futuro para incomodar vocês com textos/poesias feitos por uma garota feita por 1001 tons de loucura própria. Só para assustar vocês, eu sou alagoana apaixonada por árvores e pelo nascer do Sol. Escuto diariamente uma banda perfeita chamada AC/DC. Gosta de escrever e amar gatos felpudos e exóticos. Gostaria que você não vomitasse unicórnios com sede de ácido. Enfim, esse blog(?) vai tratar de assuntos meio fora do normal. Acho que é só. Ah, quem sou eu?


Mentira! Será?
Na verdade essa é que sou eu:

~eu querendo ser meiga e não conseguindo~


~eu brincando de editar fotos e não conseguindo~