“Eu te amo. Amo-te mesmo sabendo que você nunca perceberá
isso. Amo-te como uma idiota em busca da felicidade. Amo-te buscando em ti um
brilho que não é meu. Amo-te sabendo das conseqüências. Amo-te sem saber o que
dizer. Amo-te sem conseguir te olhar nos olhos. Amo-te querendo te querer.
Amo-te não sabendo o que deve saber. Amo-te simplesmente por te amar, por
sentir gosto em ouvir o que você canta, por tentar dizer o que engasga na minha
garganta que só quer chamar pelo teu nome, por sempre te ouvir reclamar do
viver, por tentar te esquecer, por te ver tentar o impossível...
Agora, por favor, não me ame. Você pode me amar. Não lhe
impeço. Só não se impeça de saber a verdade. Que verdade? A de que tudo que eu
‘disse’, é mentira.”

Rafaela. 14 anos. Leonina. Pavio curto. Fã do AC/DC e dos Beatles. Escreve quando está com inspiração. Adora chocolate e sorvete. Tem medo de prédios muito altos, mas sem quis saber a sensação de se jogar de um.
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